5/21/2015

Carta ao Pai (Em Espanhol), de Franz Kafka


Franz Kafka 
(1883—1924)

Foi um escritor tcheco, autor de romances e contos, considerado pelos críticos como um dos escritores mais influentes do século XX. A maior parte de sua obra, como A Metamorfose, O Processo e O Castelo, está repleta de temas e arquétipos de alienação e brutalidade física e psicológica, conflito entre pais e filhos, personagens com missões aterrorizantes, labirintos burocráticos e transformações místicas (Wikipédia).

No Castelo (Em Espanhol), de Franz Kafka


Franz Kafka 
(1883—1924)

Foi um escritor tcheco, autor de romances e contos, considerado pelos críticos como um dos escritores mais influentes do século XX. A maior parte de sua obra, como A Metamorfose, O Processo e O Castelo, está repleta de temas e arquétipos de alienação e brutalidade física e psicológica, conflito entre pais e filhos, personagens com missões aterrorizantes, labirintos burocráticos e transformações místicas (Wikipédia).

Siddaharta (Em Espanhol), de Hermann Hesse


Hermann  Hesse 
(1877—1962) 

Foi um escritor alemão, que em 1923 se naturalizou suíço.

A Divina Comédia: Purgatório, de Dante Alighieri


Dante Alighieri 
(1265—1321) 

Foi um escritor, poeta e político italiano. É considerado o primeiro e maior poeta da língua italiana, definido como il sommo poeta ("o sumo poeta"). Disse Victor Hugo que o pensamento humano atinge em certos homens a sua completa intensidade, e cita Dante como um dos que "marcam os cem graus de gênio". E tal é a sua grandeza que a literatura ocidental está impregnada de sua poderosa influência, sendo extraordinário o verdadeiro culto que lhe dedica a consciência literária ocidental.

A Divina Comédia: Inferno, de Dante Alighieri


Dante Alighieri 
(1265—1321) 

Foi um escritor, poeta e político italiano. É considerado o primeiro e maior poeta da língua italiana, definido como il sommo poeta ("o sumo poeta"). Disse Victor Hugo que o pensamento humano atinge em certos homens a sua completa intensidade, e cita Dante como um dos que "marcam os cem graus de gênio". E tal é a sua grandeza que a literatura ocidental está impregnada de sua poderosa influência, sendo extraordinário o verdadeiro culto que lhe dedica a consciência literária ocidental.

Coisas que só eu sei (Conto), de Camilo Castelo Branco


Camilo Castelo Branco
(1825—1890)

Foi um escritor português, romancista, cronista, crítico, dramaturgo, historiador, poeta e tradutor. Foi ainda o 1º Visconde de Correia Botelho, título concedido pelo rei Dom Luís. Foi um dos escritores mais prolíferos e marcantes da literatura portuguesa (Wikipédia).

5/20/2015

O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry


Antoine de Saint-Exupéry
(1900—1944) 

foi um escritor, ilustrador e piloto francês, terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe.

O gigolô das palavras (Crônica), Luís Fernando Veríssimo


Luis Fernando Veríssimo 
(1936)

É um escritor brasileiro. Mais conhecido por suas crônicas e textos de humor, mais precisamente de sátiras de costumes, publicados diariamente em vários jornais brasileiros, Veríssimo é também cartunista e tradutor, além de roteirista de televisão, autor de teatro e romancista bissexto. Já foi publicitário e revisor de jornal. É ainda músico, tendo tocado saxofone em alguns conjuntos. Com mais de 60 títulos publicados, é um dos mais populares escritores brasileiros contemporâneos. É filho do também escritor Érico Veríssimo (Wikipédia).

O Livro dos Espíritos, Allan Kardec


Allan Kardec
(1804—1869) 

Foi um influente educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec, notabilizou-se como o codificadornota do Espiritismo (neologismo por ele criado), também denominado de Doutrina Espírita. Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos que antes costumavam ser considerados inadequados para uma investigação do tipo (Wikipédia).

O Ateneu, de Raul Pompéia


Raul Pompeia
(1863—1895)

Foi um escritor brasileiro. Após a Lei Áurea e a Proclamação da República, prosseguiu em suas atividades de jornalista político, engajando-se no grupo dos chamados "florianistas". Entregou-se a um exaltado nativismo. Tendo pronunciado um inflamado discurso junto à tumba de Floriano Peixoto (1895), foi demitido do cargo que ocupava na Biblioteca Nacional. Suicidou-se com um tiro no peito numa noite de natal, no escritório da casa onde morava com a mãe, que assistiu à sua morte (Wikipédia).